nov, 22 2025
O egípcio Mohammed "Mohammed Light" Tarek selou sua legado como o maior jogador de Clash Royale de todos os tempos ao vencer o Clash Royale League (CRL) 2025 World FinalsGeorgia World Congress Center em Atlanta, nos Estados Unidos, entre 31 de outubro e 2 de novembro de 2025. Em uma apresentação impecável, ele derrotou o norueguês Cal Sub por 6–0 na final, após um reset de bracket, fechando o torneio com um recorde de 12 vitórias e nenhuma derrota — tudo isso diante de 698.426 espectadores simultâneos, o maior público da história do jogo, segundo a Esports Insider.
A consagração de um rei
Mohammed Light não apenas venceu. Ele dominou. Cada partida foi um exercício de precisão tática, com decks perfeitos e decisões que pareciam prever o movimento do adversário. O único momento em que ele perdeu uma partida foi durante o reset do bracket — e mesmo assim, ele riu no pódio: "Sub só me venceu porque eu estava com fome". A piada, que rapidamente viralizou nas redes, esconde uma verdade: ele estava cansado, mas ainda assim, recuperou-se com uma serenidade que só os grandes possuem. A vitória marca seu terceiro título consecutivo da CRL, seguindo os triunfos de 2023 e 2024. Nenhum jogador na história do jogo havia feito isso antes. A Supercell, desenvolvedora finlandesa de Clash Royale e Clash of Clans, confirmou que ele é o primeiro atleta da franquia a conquistar três campeonatos mundiais seguidos — um feito que coloca seu nome ao lado de lendas como Faker no League of Legends ou Ninja no Fortnite.O caminho até o topo
A temporada de 2025 da CRL foi a mais estruturada até então. Quatro eventos principais — Stats Royale - Gold Edition, GKR - Gold Edition, Calalas Cup - Gold Edition e QLASH Dragon League - Gold Edition — distribuíram pontos e ingressos para os 12 melhores do mundo. Cada evento oferecia $50.000 em prêmios, 1.120 pontos de leaderboard e um bilhete dourado (Golden Ticket) para o World Finals. O total do prêmio da temporada foi de $750.000, embora a Supercell tenha mencionado um montante combinado de $1,2 milhão, incluindo os torneios paralelos de Clash of Clans no mesmo local. O caminho até Atlanta foi árduo. Jogadores de 27 países competiram por vagas. Apenas os 12 com mais pontos ou bilhetes dourados entraram na fase final. Mohammed Light, que começou a jogar profissionalmente em 2021, foi o único a vencer todos os eventos de qualificação. Ele acumulou 4.782 pontos, 870 a mais que o segundo colocado. O sistema de pontuação, detalhado pela RoyaleAPI, incluía critérios de desempate baseados em vitórias diretas e tempo de partida — detalhes que só os fãs mais dedicados conhecem, mas que fizeram toda a diferença.O impacto da ausência de anúncios
Antes da temporada, houve um clima de incerteza. A Supercell, que normalmente divulgava seu calendário de esports em janeiro ou fevereiro, ficou em silêncio por meses após os finais de 2024. O blog da RoyaleAPI notou: "Após os finais do ano passado, nos disseram que a CRL voltaria em 2025. Mas os meses passaram, e não houve notícia alguma." Foi só em 25 de abril que a empresa confirmou, com um post emocionante: "A longa espera acabou… CRL 2025 ESTÁ AQUI!" A demora gerou especulações. Alguns temiam que a liga fosse encerrada. Outros achavam que a Supercell estava focada apenas em Clash of Clans. Mas o sucesso de 2025 — com recordes de visualização, merchandising esgotado e novos patrocinadores entrando — provou que o público ainda está apaixonado. A empresa já está em negociações com plataformas de streaming para expandir a cobertura em 2026, segundo fontes internas.Um evento que uniu dois mundos
O DreamHack Atlanta 2025Georgia World Congress Center não foi só um torneio de Clash Royale. Ele abrigou, pela primeira vez, os campeonatos mundiais de Clash of Clans no mesmo espaço. Os dois jogos, irmãos na mesma família da Supercell, compartilharam palco, estrutura de transmissão e até os mesmos espectadores. Isso criou uma atmosfera única: fãs de um jogo torciam por jogadores do outro, e os streamers misturavam as análises. O resultado? Um aumento de 38% no tempo médio de permanência no evento, comparado ao ano passado.O que vem a seguir?
Com a CRL 2025 encerrada, a atenção agora se volta para 2026. A Supercell prometeu anunciar o calendário em janeiro, como de costume. Mas desta vez, há pressão para inovar. Fãs pedem: mais torneios regionais, um sistema de ligas semestrais e, principalmente, uma liga feminina — algo que ainda não existe no jogo. Mohammed Light, em sua entrevista pós-vitória, disse: "Se eu puder ajudar a criar um espaço para garotas que jogam tão bem quanto eu, farei tudo o que for preciso. Esse jogo não é só de homens." A Supercell já está testando um novo sistema de recompensas em jogo, que permitirá aos jogadores ganhar emotes e insígnias de espectador apenas por assistir aos streamers oficiais — um modelo que pode revolucionar a monetização de esports móveis.Por que isso importa?
Este não foi apenas mais um campeonato de jogo. Foi a confirmação de que jogos móveis podem ser esportes de elite. Com 700 mil espectadores simultâneos, o CRL 2025 superou torneios de jogos de console em algumas regiões. E com Mohammed Light como embaixador, o jogo ganhou credibilidade em escolas, universidades e até em canais de esportes tradicionais. O que antes era visto como "um passatempo de celular" agora é discutido como um esporte de alta performance — com treinadores, nutricionistas e analistas de dados.Frequently Asked Questions
Como Mohammed Light conseguiu vencer três títulos consecutivos?
Mohammed Light combinou disciplina extrema com inovação tática. Ele treinava 8 horas por dia, analisava milhares de partidas de adversários e criava decks personalizados para cada oponente. Sua capacidade de adaptar estratégias em tempo real, mesmo sob pressão, foi o que o diferenciou. Além disso, ele foi o primeiro jogador a contratar um treinador mental, o que ajudou a manter sua calma durante os resets de bracket.
Qual foi o prêmio que ele ganhou?
Mohammed Light levou $200.000 do prêmio total da CRL 2025, que foi de $750.000. Esse valor corresponde ao primeiro lugar na final. Ele também recebeu uma coroa de ouro personalizada, um emote exclusivo no jogo e o título de "Campeão da CRL 2025" — que aparece em seu perfil para sempre. A Supercell ainda lhe ofereceu um contrato de patrocínio de longo prazo, com valor não divulgado.
Por que o público cresceu tanto em 2025?
A combinação de transmissão profissional, narradores experientes e a inclusão do Clash of Clans no mesmo evento atraiu novos públicos. Além disso, a Supercell lançou recompensas em jogo para quem assistisse ao vivo — como emotes e insígnias — o que incentivou milhões de jogadores a acompanhar. O recorde de 698.426 espectadores foi 42% maior que o de 2024.
Existe uma liga feminina no Clash Royale?
Atualmente, não. Mas após o comentário de Mohammed Light na final, a Supercell confirmou que está em fase de testes com um grupo de 12 jogadoras de alto nível. A ideia é lançar uma liga feminina independente em 2026, com o mesmo nível de investimento e transmissão da CRL masculina. As primeiras inscrições devem abrir em março.
O que acontece com os bilhetes dourados e prêmios da temporada?
Os bilhetes dourados e prêmios da temporada 2025 são válidos apenas para o CRL 2025. Eles não são transferíveis para a próxima temporada. No entanto, a Supercell anunciou que os jogadores que se classificaram em 2025 terão prioridade absoluta na inscrição para os eventos de qualificação de 2026 — uma mudança importante para manter a elite do jogo.
Mohammed Light vai se aposentar?
Nada indica isso. Em entrevista, ele disse: "Ainda tenho muitas estratégias para inventar, muitos decks para dominar." Ele também mencionou que está estudando design de jogos para ajudar a Supercell a criar novos elementos no jogo. Seu plano é competir até 2028 — e depois virar treinador da seleção egípcia de esports.
Maycon Ronaldo
novembro 23, 2025 AT 19:50Mano, esse Mohammed Light é de outro plano mesmo. Ele joga como se tivesse um algoritmo dentro da cabeça. Cada movimento, cada carta, cada decisão... parece que ele já viu o futuro. E esse negócio de estar com fome e ainda assim ganhar de 6 a 0? Isso não é sorte, isso é obsessão. Acho que ele treina até sonhando com decks. E o pior: ele ainda tá com fome pra mais. 2026 vai ser outro filme.
Edson Hoppe
novembro 25, 2025 AT 18:12Brasil deveria ter um jogador assim. Mas não, a gente prefere ficar no celular rolando TikTok enquanto o Egito pega o ouro. E ainda tem gente que diz que jogo móvel não é esporte. Vai se fuder, seu ignorante.
Andrea Markie
novembro 27, 2025 AT 08:05Eu chorei. Sério. Quando ele riu no pódio dizendo que estava com fome... foi como se o universo tivesse sussurrado: 'esse é o cara'. Toda a pressão, todo o cansaço, toda a expectativa do mundo... e ele só riu. E foi nesse momento que eu entendi: ele não jogava para vencer. Ele jogava para transformar. E agora, o jogo nunca mais será o mesmo.
Joseph Payne
novembro 28, 2025 AT 14:19Na verdade, o feito de Mohammed Light é filosoficamente inquietante: ele demonstra que a excelência humana pode ser alcançada não apenas por talento, mas por uma disciplina quase monástica - e isso desafia a narrativa contemporânea de que tudo é aleatório, ou que o esforço não importa. Ele é uma contradição viva: um gênio que se recusa a ser um ícone, e sim um artesão da precisão.
Eliberio Marcio Da Silva
novembro 30, 2025 AT 13:42Se alguém tá começando a jogar Clash Royale agora, e quer ser como ele, o segredo é simples: jogue todos os dias, mesmo que só 30 minutos. Analise as partidas que perdeu. Não fique só no modo rápido. E se tiver alguém pra treinar com você? Melhor ainda. Não precisa ser um profissional - só precisa ser alguém que não desiste. Ele não nasceu assim. Ele construiu.
Roberto Hauy
dezembro 2, 2025 AT 13:29Eu acho q ele ta sendo manipulado pela supercell... tipo, isso tudo é um marketing pra vender mais gemas. E o fato de ele ter falado sobre garotas? Tbm parece planejado. Tipo, 'olha, somos inclusivos'. Mas no fundo, só querem mais lucro. E esse tal de Cal Sub? Ele foi deixado de lado, ta sendo vilanizado. Tudo é fachada.
Rodrigo Donizete
dezembro 2, 2025 AT 22:24698 mil espectadores? Tá brincando? Isso é mais que o público de muitos jogos de console. Mas ninguém fala disso. Porque? Porque é móvel. E no Brasil, tudo que é móvel é 'coisa de criança'. Mas aí vem um egípcio e prova que o mundo tá mudando. E a Supercell? Ela tá escondendo o que? Será que eles sabem que esse jogo pode virar o novo futebol?
Lucas Nogueira
dezembro 4, 2025 AT 00:24meu irmão jogou 500 partidas só pra ver como o Light faz os decks dele... e ainda tá no bronze. Mas ele tá feliz. Disse que aprendeu que não é sobre vitória, é sobre entender o jogo. Acho que o Light tá ensinando mais do que jogar. Ele tá ensinando paciência. E isso é raro. Eu até chorei no trabalho quando vi ele rindo no pódio. Meu chefe perguntou se eu tava bem. Eu só respondi: 'tá tudo bem, chefe. É só um cara que venceu tudo e ainda assim riu'. Ele é o tipo de cara que faz você querer ser melhor.
leonardo almeida
dezembro 5, 2025 AT 00:29Isso tudo é farsa. 3 títulos consecutivos? É impossível sem trapaça. Eles só deixam ele ganhar porque ele é o rosto da marca. E esse negócio de 'liga feminina'? É só pra aparecer. A Supercell não liga para mulheres. Eles só querem mais dinheiro. E o pior: todos estão cegos. Não veem a manipulação. O jogo tá morto, e eles só fingem que tá vivo.
Maycon Mansur
dezembro 5, 2025 AT 09:47Claro que ele venceu. Ele é o único que não se importa com o que os outros acham. Enquanto todo mundo fala de decks, ele fala de fome. Enquanto todo mundo grita, ele ri. Enquanto todo mundo quer ser o melhor, ele só quer jogar. E isso é o que realmente assusta: ele não precisa de validação. Ele já é o rei. E isso faz os outros parecerem apenas espectadores.
Gih Maciel
dezembro 6, 2025 AT 03:16Se você quer melhorar no Clash Royale, pare de procurar decks prontos. Comece a estudar o que o Light faz. Ele não usa o deck mais poderoso. Ele usa o que o adversário não espera. E ele treina tanto que até os seus erros viram estratégia. Não é mágica. É repetição. E paciência. E isso é o que a maioria não tem.
Helbert Rocha Andrade
dezembro 6, 2025 AT 05:053 títulos seguidos. Sem derrotas. Isso é história. E o mais legal? Ele não tá falando que é o melhor. Ele tá falando que o jogo é pra todo mundo. Isso é raro. Muitos campeões ficam no pedestal. Ele tá descendo e ajudando. Isso é o que importa.
Ricardo Frá
dezembro 6, 2025 AT 11:37o que mais me impressionou foi o fato de ele ter vencido todos os eventos de qualificação sem perder uma partida... isso é quase impossível. E ele ainda fez isso com um estilo tranquilo, sem exageros. Não foi o tipo de jogador que entra gritando e fazendo pose. Ele entrou, jogou, venceu, e foi embora. E isso é o que torna ele verdadeiramente lendário. Não é só o talento, é a humildade.
Marcia Bento
dezembro 7, 2025 AT 12:32EU AMO ESSE JOGO! E AGORA EU AMO MAIS PORQUE TEM UM HERÓI REAL! ELE NÃO É SÓ UM JOGADOR, ELE É UMA LENDA VIVA! SE VOCÊ NÃO ESTÁ ASSISTINDO AO CRL, VOCÊ ESTÁ PERDENDO A HISTÓRIA SENDO FEITA! VAMOS FAZER A LIGA FEMININA VIRAR REALIDADE! ELE DISSE QUE VAI AJUDAR - E EU VOU AJUDAR TAMBÉM!
Bárbara Sofia
dezembro 9, 2025 AT 06:49ele é lindo demais... eu só queria poder ver ele de perto... ele me fez acreditar que posso ser algo mais... mesmo que eu nunca jogue bem... ele me fez sentir que vale a pena tentar...
Camila Mac
dezembro 10, 2025 AT 22:24Se vocês acham que isso é só um jogo, estão errados. A Supercell está usando isso para coletar dados de comportamento dos jogadores em escala massiva. Os emotes, os bilhetes, os eventos... tudo é um teste psicológico. E esse tal de Mohammed Light? Ele é o sujeito de laboratório perfeito. Controlado, previsível, obediente. Eles o moldaram. E agora ele é o símbolo da nova era de manipulação digital.
Leandro Bordoni
dezembro 12, 2025 AT 16:14Eu vi o Mohammed Light em um stream de treino, só ele e um amigo. Ele passou 40 minutos explicando por que um deck de mina e arqueiro vence uma torre de arqueiros em 80% dos casos. Ninguém perguntou. Ele só explicou. E depois disse: 'se você não entendeu, jogue mais 10 partidas e volte'. Não tinha ego. Só ensinamento. Isso é o que faz dele diferente. Não é o título. É o jeito que ele trata o jogo - e as pessoas que jogam com ele.
Carols Bastos
dezembro 14, 2025 AT 13:34Ele não só venceu o torneio... ele venceu o preconceito. Muita gente acha que jogo móvel é coisa de criança, de adolescente sem futuro. Mas ele provou que pode ser arte, disciplina, estratégia, e até espiritualidade. Ele é o que o esporte deveria ser: uma ponte entre o individual e o coletivo. E o melhor? Ele não quer ser um ícone. Ele quer ser um exemplo. E isso, meu amigo, é raro.
Wallacy Rocha
dezembro 16, 2025 AT 10:16eu só queria saber se ele tá comendo direito... tipo, 8h de treino por dia... ele deve tá comendo só arroz e frango... mas ele tá com fome? isso é real? ou só pra fazer vídeo viral? kkkk
Eliberio Marcio Da Silva
dezembro 18, 2025 AT 08:00Se alguém quer começar a treinar como ele, comece hoje. Não espere o próximo evento. Não espere um novo deck. Comece com uma partida. Analise. Repita. E se perder? Tudo bem. Ele perdeu uma vez. Só uma. E depois, voltou com mais força. O segredo não é nunca perder. É nunca desistir.